Internacionalização de marcas exige estratégia e proteção

Em um mercado cada vez mais conectado, a expansão internacional deixou de ser um plano distante para muitas empresas brasileiras. Negócios de diferentes portes vêm conquistando espaço fora do país, seja por meio do comércio eletrônico, exportações, franquias ou novos investimentos. Nesse cenário, uma dúvida bastante comum surge entre empresários e empreendedores: ao registrar uma marca no Brasil, ela automaticamente passa a estar protegida em outros países

A resposta é não. E compreender isso é fundamental para evitar riscos jurídicos e prejuízos estratégicos durante o processo de internacionalização

Existe um entendimento equivocado de que haveria uma espécie de “marca internacional” única, válida em todo o mundo. No entanto, o direito marcário é territorial, o que significa que o registro concedido no Brasil garante proteção apenas dentro do território nacional. Caso a empresa tenha interesse em atuar em outros mercados, será necessário buscar proteção nos países de interesse.

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